sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Chez Tony Campos

Casa de pasto retro, sopra velas
 
Tinha a postagem guardada, para publicação, após almoçar no Tony Campos, quando tivesse ido ver as amendoeiras floridas.  Ícone de Vila flor, é a mais antiga casa de pasto do concelho, com 107 anos.


Mas, a notícia avançada pelo Cantinho do Jorge, de que o emblemático restaurante comemorou no dia 2 de fevereiro, o 38º aniversário da sua remodelação, leva-me a publicá-la, agora, a tempo de me associar aos parabéns, dados ao proprietário, pelos amigos.
 
 

Deste restaurante, de ambiente retro, onde jantei uma vez, guardo uma imagem positiva. Nele, impressionou-me o tradicionalismo, de que é exemplo a manifestação de religiosidade do dono, que não hesita em ter à mostra, num espaço público, a sagrada família, cujo nicho percorre a vila, de casa em casa. Em simbiose, lar e restaurante formam um único espaço!
 

As paredes, forradas de quadros, diplomas, homenagens e fotografias de personalidades que passaram pelo restaurante, incluindo presidentes da república, atraem a atenção de clientes anónimos que estão de passagem.



Demonstração da preferência clubística.


Mas os galardões do restaurante não seriam merecidos se a confeção dos pratos não tivesse qualidade caseira, e o atendimento familiar não fosse feito com cortesia e profissionalismo.

Houve pormenores que me fizeram retroceder no tempo. Foi o caso de uma bela terrina de louça, de servir a sopa, a fazer lembrar a pompa de banquetes, nas Casas Grandes de antanho. Este aprimorado gosto, de associar sobriedade e preservação de tradições com a arte de bem servir, não se vê nos restaurantes convertidos ao pronto-a-comer.


Tenho uma certa curiosidade em voltar a sentar-me à mesa, Chez Tony!

 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Festa de São Sebastião

Cimo de Vila da Castanheira
20 de janeiro
 
No passado dia 20 de janeiro, depois de ter estado nas festas comunitárias em honra do São Sebastião, em Couto de Dornelas e Alturas do Barroso, fui até Cimo de Vila da Castanheira, concelho de Chaves, a outra festa do santo.
 
 
Cheguei  no fim do bailarico, quando se deitavam foguetes a anunciar o fim da festa.  Ficará para uma próxima oportunidade estar presente na procissão à volta da capela, ver o leilão do fumeiro do santo e - porque não? - dar um pé de dança.
 
 
 
Recolhendo à capela o andor de São Sebastião, santo protetor contra a peste, a fome e a guerra.
 
 
 Capela de São Sebastião no lugar onde existiu cum castro celta.
 
 
Depois da festa, os mordomos colocam novamente a imagem do padroeiro no  nicho por cima do altar-mor.
 

 
Pinturas, em madeira, no teto e na parede do altar-mor, representando Cristo no Calvário. Ignoro a data das pinturas, a autoria  e o seu valor artístico.
 
 
 Estão em muito mau estado de conservação, necessitando de obras de restauro, antes que a pintura desapareça por completo.
 
 

 
 
A pouco mais de 100m da capela de São Sebastião, noutro monte, fica a igreja paroquial de São João Batista, de estilo românico, construída em 1131, segundo uma inscrição encontrada no teto. Esteve bastantes anos ao abandono, tendo o teto desabado. Foi restaurada depois de classificada como Monumento nacional em 1993.
 
 
 
Cimo de Vila da Castanheira. 
 
 

"A velha torre, parece datar do século X, mais concretamente do ano de 978, tendo sido mandada construir pelo conde Odoário, irmão do rei Afonso III das Astúrias e Presor de Chaves. É uma torre guerreira e não torre sineira, embora esteja quase acoplada à igreja paroquial, dela não faz parte e é perto de 200 anos mais antiga do que a igreja". http://jfcvcastanheira.blogs.sapo.pt/
 
 
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Cores de Outono'12

Nas Assureiras - Chaves
 
 




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Chaves no Outono

Aquae Flaviae me mata!

Hino de Chaves
 
Ó Chaves, nobre cidade
Pelo Tâmega beijada





Deixas sempre uma saudade,
Terra linda... terra amada!




Cidade linda,
Deste nosso Portugal,

 

Com a tua veiga infinda,
De riqueza sem igual!

 
Terra d'encanto
Que tanta beleza encerra,
 
 
A quem nós queremos tanto,
Porque és tu a nossa terra!

Ó linda Ponte Romana,
Recordas aos que te olharam

 
Tempos remotos, distantes
De gerações que passaram!
 
 
Para as doenças mais graves
Até damos a saúde,

 
Veham às Caldas de Chaves
As Caldas de mais virtude!
 
 
 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Lagarada em Celeirós do Douro

Festa das vindimas
 
Celeirós, aldeia  vinhateira, fica no concelho de Sabrosa.





 
Entrada aos LAGARES CENTENÁRIOS . Animação de rua com teatro, puxada de bombos, concertinas á desgarrada, ranchos folclóricos e grupos de cantares.